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Terça-feira, Setembro 12, 2006
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m i l l às 6:36 PM
Muito sucesso e pouca roupa: Depois dessa os fans de RBD podem me xingar a vontade nos comentários, mas antes preciso esclarecer algumas coisinhas:
a) assisti a primeira semana da novela Rebelde, ainda na época que o cabelo da Roberta estava no estilo cobra coral;
b) sou mente aberta e respeito o gosto dos outros;
c) até que as músicas são animadinhas;
d) acho o Afonso muito bonito
e) não venham falar coisas como "você só fala isso porque não conhece", pois eu conheço o grupo para poder assim formar as minhas opiniões.
Talvez isso amenize um pouco a raiva dos fans (espero eu), mas assim como eu respeito a opinião de vocês, que gostam da banda, por favor peço que também respeitem a minha.
RBD é sucesso no Brasil e em vários outros países da América Latina e talvez para lá das ondas do mar, mas minha gente -como diria a minha professora de Química - o que são aqueles figurinos?
O uniforme usado pelas garotas no colégio, lembra razoavelmente fantasias vendidas em sexyshops. A trama é tão irreal que uma professora/cantora (Alma) se veste como uma striper e nenhum pai vêm processá-la por assedio a menores. Acho que os produtores da novelinha mexicana, somados com o diretor e o figurinista ficaram indecisos quanto à faixa etária dos telespectadores de Rebelde e decidiram agradar a todos: crianças que não vêem maldade, adolescentes que vivem o sonho de serem milionários e marmanjões que babam pela beleza exuberante da atriz que interpreta a personagem Mia.
Um colégio feito para milionários e pobres* personagens sortudos, não seria tão idiota de permitir roupas como aquelas. No meu colégio e garanto que em todos os outros, somos "convidadas a visitar" a secretária quando usamos "microsaias" e na melhor das hipóteses, ganhamos uma advertência. No entanto, o colégio de Rebelde (que a propósito poderia ter um nome diferente do inglês, valorizando a língua nativa.) a moda é saias curtíssimas, botas cano longo e camisetas sensuais, que permanecem lá há cada nova fase da trama. A própria televisão que censura a banalização do universo infantil, apunha-la e dá um discreto golpe nas costas da população.
O certo é que acertaram em cheio e parece que a receita feita na base da maçaroca deu certo. A moda pegou e agora se vê muitas menininhas copiando a modo retirada da novela. Parece que além do ramo musical, "telenovelistico", brinquedos infantis e derivados, Rebelde também monopolizou o ramo de uniformes escolares. Tomara que essa moda não seja legalizada, se bem que muitos iriam gostar.
Talvez se as coisas que eu já comentei fossem diferentes, até eu poderia ter sido uma fan do colorido RBD. Mas como já me falaram certa vez: ficção é ficção.
*no sentido literário da palavra.
Curiosidades:
Comunidades no Orkut odeiam RBD/Rebelde: 644 comunidades
Maior comunidade com 218.088 membros
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5444907
Como as comunidades dos adoradores de Rebelde são muito variadas, desisti de colocar os números.
(Amo, adoro, idolatro, sou fan, gosto, curto): Muitas
Maior comunidade com 201.550 membros
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2044300
Humor: triste sem motivo aparente
RBD - amei ou odeie. No meu caso, a segunda opção.

Segunda-feira, Setembro 11, 2006
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m i l l às 6:45 PM
[Momento de silêncio - no music]
Um simples comentário: Símbolo do poder americano, a dupla de cimento e concreto mais imponente de Manhattan, o World Trade Center, foi completamente destruída devido aos ataques terroristas de 2001. Desde então o dia 11 de setembro ficou marcado por essa tragédia que abalou não só a população americana, mas também a mundial. Durante semanas inteiras a mídia não parava de vincular terríveis fotos de pedaços de corpos espalhados pelas redondezas de onde estavam os dois edifícios, além de depoimentos dos sobreviventes e das testemunhas, que não raramente conheciam alguma vítima da destruição, mas só há poucos dias tivemos certeza do responsável.
Lembro que estava dormindo e assim que acordei, liguei a TV. Era uma cena destruidora e mesmo assim, lá na cozinha minha mãe nem sabia o que estava acontecendo. Acho que de dez pessoas que você fizer a seguinte pergunta "Onde você estava quando aconteceu o ataque?",nove irão se lembrar.
Depois desses 5 anos completados hoje, ainda ficam algumas perguntas nunca feitas por nenhum jornalista em rede aberta: Um dia trágico na América pode apagar cinco anos de morte no Oriente Médio? Por que era anunciado "150 americanos assassinados" e "500 mortos no Irã"? Por que vidas humanas têm preços diferentes se somos todos filhos da mesma Terra? Não sou eu que faço essas perguntas. Somos todos nós...
(...) em todo caso...
PAZ.
Humor: pensativo.
"A paz é para os utopistas. A guerra para os assassinos."

Domingo, Setembro 10, 2006
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m i l l às 6:58 PM
Que venham as futilidades: Depois de muita espera e ansiedade, finalmente fui comprar um celular digno de uma pessoa viciada em tecnologia. Já estava em tempo de trocar aquela "coisa laranja" que eu tinha há dois anos e que só me trazia aborrecimento. Não tirava foto, não tinha display colorido e tinha aqueles botões duros de plástico.Ah! E não me venham os invejosos falarem coisas como "Se é pra tirar foto, compro uma câmera" ou "Tem mp3? Pra que se ouço música na rádio". Não, não! Garanto de todo mundo quer ter um computador de bolso por perto. As pessoas precisam entender que celular hoje não é um aparelho que serve só para telefonar. A tecnologia fez dele algo indispensável e confortável para o uso diário, cheios de frescura e muitos fans.
And Oscar goes to...
Humor: Feliz
"O meu novo número é ******** XD~~" Call me!

Segunda-feira, Setembro 04, 2006
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m i l l às 8:02 PM

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